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Maria Bethânia Guerreira Guerrilha
(Rio de Janeiro: Debê Produções e Móbile Editorial, 2011)

Organização e Pesquisa de Ramon Mello e Marcio Debellian

Prefácio de Júlio Diniz 

 

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Reynaldo Jardim foi um ser inquieto por definição. Poeta, jornalista, agitador cultural, ativista da inteligência e da sensibilidade, este homem da luta e da paixão escreveu Maria Bethânia Guerreira Guerrilha, publicado originalmente em 28 novembro de 1968, duas semanas antes do famigerado AI-5. A edição correu pelas livrarias durante 15 dias; em seguida, os seus 5 mil exemplares foram recolhidos e queimados. Trata-se de um longo poema, concebido pelo seu autor como uma polifonia coral acompanhada de tambores. O livro é uma ode heroica, um grande poema polifônico, com um trabalho tipográfico de rara beleza. Em sua nova edição, rigorosamente organizada pelo produtor artístico Marcio Debellian e o jornalista e poeta Ramon Mello, com prefácio do professor da PUC-Rio Júlio Diniz, traz, além do poema, uma rica pesquisa da recepção crítica de Maria Bethânia Guerreira Guerrilha. A última seção do livro reúne artigos publicados nos anos 1960.

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